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bibliografia sugerida

Mostre seu trabalho, Austin Kleon
Comunicação Não-Violenta, Marshall Rosenberg
Cartas a um Jovem Poeta, Rainer Maria Rilke
333 páginas para tirar seu projeto do papel, Daniel Larusso, Gabriel Gomes, Luciano Braga
Nossa Vida Como Gaia, Joanna Macy e Molly Young Brown
Roube como um Artista, Austin Kleon
Propósito, Sri Prem Baba
O poder do tempo livre: Descubra seu potencial, crie projetos paralelos e torne sua vida mais incrív
Everything is Figureoutable, Marie Forleo
A Paixão Segundo G.H., Clarice Lispector
Criando o Trabalho que Você Ama, Rick Jarow
A Grande Magia, Elizabeth Gilbert
O Mundo Mais Bonito Que Nossos Corações Sabem Ser Possível, Charles Eisenstein
Ideias para Adiar o Fim do Mundo, Ailton Krenak
O caminho da Autotransformação, Eva Pierrakos
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O avô me ensinou isto que, agora, meu entendimento alcança melhor: sou plural; há em mim uma multidão. A liberdade consiste em escolher um entre tantos. Não posso ser todos. Posso ser eu e, por vezes, o que posso ser é um outro; um outro que não corresponde ao meu verdadeiro eu, que me rouba de mim mesmo, como se mascarasse a minha alma e me fizesse acreditar que a fantasia é real. Quando acossado por esse estranhamento não me sinto feliz. A felicidade consiste em driblar o que há de farsa na projeção da mente, viver o eu que mais corresponde a meus propósitos e intenções e saber desdobrar esse eu como quem abre uma cebola até que aflore seu âmago."

Aldeia do Silêncio, Frei Betto

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Existe uma poeta americana que morreu faz alguns anos que se chamava Muriel Rukeyser. Ela disse uma frase que, para mim, sempre pareceu esplêndida: “o mundo não é feito de átomos, o mundo é feito de histórias”. E eu acredito que o mundo deve estar feito de histórias porque são as histórias que a gente conta, escuta, recria, multiplica, que permitem transformar o passado em presente e permitem transformar o distante em próximo, possível e visível.”

Eduardo Galeano

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O senhor é tão jovem, tem diante de si todo começo, e eu gostaria de lhe pedir da melhor maneira que posso, meu caro, para ter paciência em relação a tudo que não está resolvido em seu coração. Peço-lhe que tente ter amor pelas próprias perguntas, como quartos fechados e como livros escritos em uma língua estrangeira. Não investigue agora as respostas que não lhe podem ser dadas, porque não poderia vivê-las. E é disto que se trata, de viver tudo. Viva agora as perguntas. Talvez passe, gradativamente, em um belo dia, sem perceber, a viver as respostas. Talvez o senhor já traga consigo a possibilidade de construir e formar, como um modo de viver especialmente afortunado e puro; eduque-se para isso. Mas aceite com grande confiança o que vier, e se vier apenas de sua vontade, se for proveniente de qualquer necessidade de seu íntimo, aceite-o e não o odeie. A carne é um fardo, verdade. Mas é difícil a nossa incubência, quase tudo o que é sério é difícil, e tudo é sério. Se o senhor reconhecer apenas isso e chegar a conquistar, a partir de si, de sua disposição e de seu modo de ser, de sua experiência e infância, uma relação inteiramente própria (não dominada pela convenção e pelo hábito) com a carne, então o senhor não precisa mais ter receio de se perder e se tornar indigno de sua melhor posse."

RILKE, Rainer Maria. Cartas a um Jovem Poeta

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Quando eu estiver diante de Deus, no fim da vida, espero não ter mais nenhum pingo de talento, para dizer: ‘Usei tudo o que me deu’.” 

Erma Bombeck, humorista estadunidense

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Todo mundo tem talento, é só uma questão de se mover até você descobrir o seu.”

George Lucas, diretor de cinema estadunidense

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O senhor olha para fora, e é isso sobretudo que não devia fazer agora. ninguém pode aconselhá-lo e ajudá-lo, ninguém. Há apenas um meio. Volte-se para si mesmo. Investigue o motivo que o impele a escrever; comprove se ele estende as raízes até o ponto mais profundo do seu coração, confesse a si mesmo se o senhor morreria caso fosse proibido de escrever. Sobretudo isso: pergunte a si mesmo na hora mais silenciosa da madrugada: preciso escrever? Desenterre de si mesmo uma resposta profunda. E, se ela for afirmativa, se o senhor for capaz de enfrentar essa pergunta com um forte e simples "Preciso", então construa sua vida de acordo com tal necessidade; sua vida tem de se tornar, até na hora mais indiferente e irrelevante, um sinal e um testemunho desse impulso."

Aldeia do Silêncio, Frei Betto

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Até que alguém se comprometa de verdade, há hesitação, possiblidade de desistência, ineficácia. Há uma verdade elementar sobre os atos de iniciativa e criação, cuja ignorância mata inúmeras idéias e planos esplêndidos: no momento em que alguém se compromete genuinamente, então a providência também se move. Todos os tipos de coisas ocorrem para ajudar algo que nunca teria ocorrido de outra forma. Todo um fluxo de eventos decorre da decisão, colocando em seu favor todos os tipos de incidentes imprevistos, encontros e assistência material que ninguém poderia imaginar acontecer. O que quer que você possa sonhar ou fazer, comece. A ousadia traz consigo guardiões, poder e magia. Comece agora. ”

William Hutchison Murray

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Perdi alguma coisa que me era essencial, e que já não me é mais. Não me é necessária, assim como se eu tivesse perdido uma terceira perna que até então me impossibilitava de andar mas que fazia de mim um tripé estável. Essa terceira perna eu perdi.E voltei a ser uma pessoa que nunca fui. Voltei a ter o que nunca tive: apenas as duas pernas. Sei que somente com as duas pernas é que posso caminhar. Mas a ausência inútil da terceira me faz falta e me assusta, era ela que fazia de mim uma coisa encontrável por mim mesma, e sem sequer precisar me procurar."

Paixão Segundo G.H., Clarice Lispector

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---, estou procurando, estou procurando. Estou tentando entender. Tentando dar a alguém o que vivi e não sei a quem, mas não quero ficar com o que vivi. Não sei o que fazer do que vivi, tenho medo dessa desorganização profunda. Não confio no que me aconteceu. Aconteceu-me alguma coisa que eu, pelo fato de não saber como viver, vivi uma outra? A isso quereria chamar desorganização, e teria a segurança de me aventurar, porque saberia depois para onde voltar: para a organização anterior. A isso prefiro chamar desorganização pois não quero me confirmar no que vivi - na confirmação de mum eu perderia o mundo como eu o tinha, e sei que não tenho capacidade para outro. Se eu me confirmar e me considerar verdadeira, estarei perdida porque não saberei onde engastar meu novo modo de ser - se eu for adiante nas minhas visões fragmentárias, o mundo inteiro terá que se transformar para eu caber nele."

Paixão Segundo G.H., Clarice Lispector

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Tudo está em deixar amadurecer e então dar à luz. Deixar cada impressão, cada semente de um sentimento germinar por completo dentro de si, na escuridão do indizível e do inconsciente, em um ponto inalcançável para o próprio entendimento, e esperar com profunda humildade e paciência a hora do nascimento de uma nova clareza: só isso se chama viver artisticamente, tanto na compreensão quando na criação."

Cartas a um Jovem Poeta, Rilke

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Ausência

Por muito tempo achei que a ausência é falta.

E lastimava, ignorante, a falta.

Hoje não a lastimo.

Não há falta na ausência.

A ausência é um estar em mim.

E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,

que rio e danço e invento exclamações alegres,

porque a ausência, essa ausência assimilada,

ninguém a rouba mais de mim.

Carlos Drummond de Andrade

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Resumo de Ame a Realidade, de Byron Katie, com questões reflexivas e exercícios práticos "O único momento em que nós sofremos é quando acreditamos em um pensamento que briga com o que é. Quando a mente está perfeitamente clara, o que nós queremos é o que é." "Quando discutimos com a realidade, nós perdemos — mas só 100% do tempo."

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Palestra Guia Pathwork 083 - A AUTO-IMAGEM IDEALIZADA "A dissolução da imagem do eu idealizado é a única maneira possível de encontrar o seu verdadeiro self, de encontrar serenidade e auto-respeito e de viver a sua vida plenamente."

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"A água me ensinou que, assim como toda a criação, ela tem o jorrar como natureza. Ouvi dela que, no controle, perco energia de autocriação, esqueço que posso confiar na sabedoria organísmica dos ciclos naturais. Em voz doce, o riacho me contou que já estamos criando o novo, mesmo que não possamos ver. Há muita criação no rio debaixo do rio, falou."

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"Para mim, o sonho não é algo só meu, só pessoal. Não me conecto com a ideia de "meu sonho". O sonho é uma visão que recebemos e não algo que inventamos sozinhos. O sonho tem existência própria e nos é concedido para que possamos cooperar com um mundo mais bonito. O sonho é um chamado, uma visão daquilo que quer nascer. Nós somos convocados a sermos as doulas e doulos do sonho que recebemos - e do mundo bonito que está nascendo (mesmo que pareça que não, lembre-se do ditado africano: "É mais fácil ouvir o som da floresta caindo do que das árvores crescendo.")." Carol Bergier

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Uma partilha sensível de Cris Guerra sobre o luto, no precioso site Vamos Falar sobre o Luto

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Como as mudanças acontecem "O desenvolvimento é natural aos sistemas vivos e a única constante é a mudança. Nada persiste ao longo do tempo e espaço. Tudo se transforma a fim de realizar-se através de um potencial de ordem superior. A complexificação das trocas entre os elementos de um sistema leva à criação de uma teia emaranhada de relações que faz surgir novos elementos, novos relacionamentos e, consequentemente, novos sistemas. Com a mudança dos sistemas, os elementos e suas relações mudam. E com a mudança dos elementos e suas relações, os sistemas se transformam. Quando mudamos a maneira de nos relacionar com a natureza, por exemplo, ela muda a maneira de se relacionar conosco. O mundo natural e o mundo social não são passivos diante nossa atuação. Ao contrário, eles são responsivos em relação à nossa intervenção.", por Juliana Diniz

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Charles Eisenstein "Faça de todo ato uma cerimônia", em inglês "A cerimônia não é uma fuga do mundo confuso da matéria para um reino enganoso de espiritualidade. É abraçar completamente o material. É prestar o devido respeito à materialidade, seja ela sagrada em si mesma, seja sagrada porque é a obra-prima de Deus. (...) Em uma cerimônia, a pessoa está totalmente entregue à tarefa em mãos, executando cada ação como deveria ser. A cerimônia é, portanto, uma prática para toda a vida, uma prática em fazer tudo exatamente como deve ser feito. Uma prática cerimonial séria é como um ímã que alinha cada vez mais a vida com seu campo; é uma oração que pede: “Que tudo o que eu faça seja uma cerimônia. Que eu faça tudo com total atenção, total cuidado e total respeito pelo que serve. ”"

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"Diga não ao que te paralisa. Prepare-se para produzir a mudança. Encontre o espaço. Marque uma data. Comece a trabalhar. Invente um jeito que funciona para você. Saiba que se algo é importante para você, provavelmente outras pessoas também vão se beneficiar disso. Mas é útil reconhecer que ninguém além de você vai priorizar as escolhas que tornam esse desejo uma realidade. Aquilo que você quer criar parece grande demais agora? Ótimo sinal: comece criando as condições para que criar seja possível. " 11 premissas de um Planejamento Selvagem, por Mariana Bandarra e Barbara Nickel

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"A gente, no fundo, sabe que está falando algo e não está efetivamente fazendo nada para manifestar essa realidade. Passamos a confiar menos em nossas próprias palavras e vamos nos afundando na ideia de que uma vida bonita só é possível no mundo dos sonhos palavreados, e não na realidade encarnada. Investimos cada vez mais energia nas ideias, vivemos lindas realidades em nossa imaginação, com pouco — ou nenhum — lastro de realidade na matéria." Falar e Não Fazer, um texto meu

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Como aproveitar seu tempo livre para começar projetos paralelos? Comecei a levar projetos paralelos a sério em algum dia de 2010 e hoje sou feliz vivendo disso, por Luciano Braga (autor do livro que super recomendo: O poder do tempo livre: Descubra seu potencial, crie projetos paralelos e torne sua vida mais incrível

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"Gostaria de poder dizer que foi aí que a terra tremeu e as nuvens se abriram, mas a verdade é que, no início, largar o impulso de sempre estar “fazendo” alguma coisa foi bem inconfortável e pouco familiar. Meus impulsos não desapareceram, mas comecei a permitir que eles viessem e fossem embora sem ter que segui-los – até mesmo o impulso para “meditar”. Eu não estava fazendo nem isso. Estava apenas ali. Aquilo era uma coisa tão simples e comum, mas foi uma mudança radical: eu não estava mais tentando ganhar o velho jogo. Naquele momento de “deixar tudo ir”, pude começar a ver que tinha me enganado completamente quanto ao objetivo da meditação. Em minha busca sem fim para melhorar o momento presente, estava ficando cego para o que já estava e está sempre presente. A natureza búdica. Nossa perfeição inerente. Nossa verdadeira natureza.", por Yongey Mingyur Rinpoche

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poderes de casa

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Fotografias: Yulli Nakamura e João Pedro Orban

Experiência digital: Julia Estrela Maia