Quer viver em seu propósito? Experimenta permanecer em conexão.

Está em busca de seu propósito? Talvez não haja nada que precise ser encontrado...


Sua função no sistema já existe.

Assim como a borboleta, a maritaca, a bromélia e o manjericão, temos nossa própria função, enquanto espécie e enquanto indivíduo.


Não é necessário fazer força para encontrá-la. Se você está tensa buscando um propósito, te digo: onde há tensão, não há movimento.


Tensão é sinal de desconfiança.


Se eu confio, eu confio. Estou em conexão e sei que as respostas vão surgindo. Não há pressa, não há sensação de falta.


Se estou em conexão com a natureza (a que sou e a Grande Natureza), não há falta.


Olho para a amoreira ao meu lado, em comunhão com o pé de tangerina e a jabuticabeira. Recebe luz, nutrientes do solo, a visita da mesma borboleta que pousou na minha bochecha bem agora.


Como desconfiar?


É perfeito. Tudo em estado de interser, de ser junto, em conexão.


Você faz parte desse sistema.


Só desconfiamos e queremos garantias quando nos desconectamos da força que é Ser Natureza.


Mais uma vez (assim como no último post), a prática é desinvestir na desconexão. Não se distrair nem acreditar na história da separação que nos diz que somos seres separados uns dos outros.


Quando olho pro que é real, pro que é natural, pro sol que bate em minha pele e me traz saúde e nutrição, não tenho como me sentir separada do Todo.


Quer viver em seu propósito? Experimenta permanecer em conexão. Inspire-se com a Grande Natureza e permaneça na sensação de interser com o todo.

0 comentário

Posts recentes

Ver tudo

Quem sou eu profissionalmente agora?

Quatro meses de um arrombo psíquico, com um pacotinho sorridente e demandante no colo. Com o sono pouco e picotado, o corpo com limites irreconhecíveis sendo sugado. Eu estaria voltando ao trabalho

uma forma de vida que cuide das mães

Não era pra ser assim. Não era pra estarmos tão cansadas. Não era pra estarmos à mercê financeira. Não era pra duvidarmos de nosso valor por estarmos sendo “só” mães. Não era pra estarmos em